Saiba quantas vezes por semana é o ideal para se praticar sexo, segundo estudo

Pesquisa revela o número ideal (Foto: Think Stock)

Você sabe quantas vezes por semana é o ideal para fazer sexo e manter a saúde? Bom, segundo um estudo da Kinsey Institute of Sex, Reproduction and Gender, publicado na Marie Claire inglesa, o fator mais relevante para saber quantas vezes por semana é ideal para ter relações sexuais é a idade.

Aparentemente, se você tem entre 18 e 29 anos, o sexo ideal seria duas vezes por semana, um total de 112 vezes por ano. Sexo frequente ajuda a diminuir a pressão arterial, reduzir estresse e ansiedade e ainda ajuda na qualidade do sono.

Pessoas de 30 a 39 seria uma média de 1.6 por semana, um total de 86 vezes ao ano. E quem tem de 40 a 49 seria um total de 69 ao ano.

Após os 30, no geral, as pessoas possuem família, estão mergulhadas na carreira e, consequentemente, esses fatores reduzem a frequência sexual. De acordo com o estudo, 45% dos casais praticam sexo muitas vezes ao mês, 34% duas ou três vezes por semana e apenas 13% fazem sexo poucas vezes ao ano.

Pesquisa feita com 128 casais heterossexuais, de idades entre 35 e 65 anos, que foram divididos em dois grupos aleatórios. Um deles não recebeu qualquer instrução quanto à quantidade de vezes que poderia ou deveria fazer sexo. Ao segundo grupo, no entanto, foi pedido que dobrasse essa frequência. Assim, o segundo grupo fez mais sexo do que o outro, no entanto, seus níveis de percepção de felicidade não foram mais altos comparados ao primeiro. Na verdade, até decaíram um pouco, levando os pesquisadores a acreditarem que a “obrigação” de transar o dobro de vezes pode ter roubado o desejo e a satisfação do casal.

Frequência deve atender ritmo e vontades do casal A verdade é que a que não existe um número mágico de relações sexuais que garanta felicidade, mas, sim, o contrário: fazemos mais sexo quando estamos felizes. “O mais importante é que a frequência esteja de acordo com o ritmo do casal, e que eles estejam alinhados, dispostos e que consigam aproveitar”, diz Margareth dos Reis, psicoterapeuta sexual e de casais do Instituto H. Ellis e colaboradora no Ambulatório da Unidade de Medicina Sexual da FMABC (Faculdade de Medicina da Fundação do ABC), em São Paulo. Além disso, muitas variáveis entram em jogo quando se fala em frequência sexual.

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